ESTEATOSE HEPÁTICA: CAUSA, SINTOMAS E TRATAMENTO

O fígado é um dos órgãos mais importantes do sistema digestivo porque realiza funções essenciais para o corpo inteiro. Ele armazena e transforma nutrientes para que sejam bem absorvidos e aproveitados pelo organismo.

Este órgão também filtra o sangue e evita que toxinas corram por ele e prejudiquem o corpo. Além disso, ele faz com que a frutose e a galactose sejam transformadas em glicose para ser utilizada como fonte de energia.

Hoje falaremos de uma doença que atinge o fígado e pode causar consequências sérias ao corpo todo. Continue lendo para saber mais sobre ela!

 

O que é a esteatose hepática?

            A esteatose hepática (também conhecida como infiltração gordurosa ou doença gordurosa do fígado) ocorre quando existe uma grande quantidade de gordura acumulada nas células do órgão.

Ela pode ser classificada da seguinte forma:

 

  • Esteatose hepática simples (grau 1): o acúmulo de gordura é considerado inofensivo e praticamente não apresenta sintomas, para descobri-lo é necessário realizar um exame de sangue;

 

  • Esteatose hepática não alcoólica (grau 2): além da gordura regional, ocorre uma inflamação no fígado e ele já sente alguns sintomas;

 

  • Fibrose hepática (grau 3): a gordura e a inflamação geram consequências ao sangue e aos órgãos próximos, prejudicando seu funcionamento;

 

  • Cirrose hepática (grau 4): é, com certeza, o grau mais sério e costuma ocorrer após anos da doença sem tratamento. Aqui o fígado está tão prejudicado que seu tamanho é reduzido e sua forma, modificada. A cirrose é capaz de gerar câncer e falha no órgão.

 

O que causa a esteatose hepática?

            Não existe apenas uma causa para a doença. Ela pode ser gerada por uma série de motivos. Veja:

 

  • Hepatites virais;
  • Obesidade e sobrepeso;
  • Consumo excessivo de álcool;
  • Consumo de drogas ou corticoides;
  • Diabetes;
  • Colesterol ou triglicérides com níveis altos.

 

Quais são os sintomas da esteatose hepática?

Os sintomas mais comuns da esteatose hepática são o mal-estar e o desconforto abdominal. Normalmente você começa a sentir que algo está errado quando a gordura no fígado ultrapassa os 10%.         

            Vale lembrar que mesmo que o grau 1 não apresente sintomas relevantes, se não for diagnosticado e tratado, é possível que a doença evolua para o grau 2 e assim por diante. Veja os sintomas a partir desse grau:

  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Dores do lado direito do abdômen;
  • Dores de cabeça;
  • Mal-estar intenso;
  • Inchaço abdominal.

 

Como funciona o tratamento para a esteatose hepática?

            É necessário consultar um médico para realizar exames que possam diagnosticar o acúmulo de gordura no fígado. Além disso, apenas ele pode receitar os medicamentos corretos para o tratamento da doença.

Vale lembrar que em alguns casos mais graves um procedimento cirúrgico pode ser necessário. Por isso não deixe de consultar sempre o seu médico para manter sua saúde em ordem.

Uma dieta alimentar saudável e a prática de exercícios físicos são ótimas formas de prevenção.

 

Ficou com alguma dúvida? Procure um profissional da área para lhe orientar. Não negligencie sua saúde. Quanto mais cedo realizar o diagnóstico, melhor!

 

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Entenda mais sobre a esofagite

A esofagite é uma inflamação que ocorre no esôfago, o canal que transporta o alimento até o estômago.

É importante que seu diagnóstico seja feito o mais cedo possível, porque a falta de tratamento pode causar consequências graves, como anormalidades em seu funcionamento e sua função.

 

O que pode causar a esofagite?

Normalmente as causas mais usuais da esofagite estão ligadas à permanência ou retorno do conteúdo do estômago para o esôfago, que não possui uma mucosa (membrana de revestimento) capaz de receber esse tipo de substância.

 

Veja quais são as causas mais comuns:

  • Falha no funcionamento da válvula cárdia: ela fica entre o esôfago e o estômago e deveria conseguir abrir a passagem para os alimentos e logo em seguida fechá-la para que as substâncias do estômago não entrem.

 

  • Problema no mecanismo de limpeza do esôfago: seria realizado pelo próprio órgão através de contrações musculares que empurram o bolo alimentar. Por culpa do problema, esse bolo e a secreção ácida ficam mais tempo ali e acabam prejudicando a mucosa.

 

  • Hérnia de hiato: ocorre a partir do deslocamento da parte de cima do estômago do abdômen para o tórax, o que acaba gerando uma abertura no diafragma, que é onde o esôfago está.

 

Quais são os tipos de esofagite?

Existem basicamente quatro tipos de esofagite. São eles:

 

1 – Esofagite de refluxo

            Lembra da já mencionada válvula cárdia? Então, este tipo de esofagite é causado por seu mau funcionamento, que não evita com que os ácidos estomacais retornem para o esôfago e danifiquem sua mucosa.

 

2 – Esofagite de eosinófilos

            Eosinófilos são células do sangue capazes de proteger o organismo, auxiliando no controle de inflamações e na prevenção de alergias.

Este tipo de esofagite é causado pela excessiva concentração de eosinófilos na área do esôfago, por reação a um fator alérgico. Normalmente, essa alergia vem de algum alimento consumido, como amendoim, leite, trigo, ovos, entre outros.

 

3 – Esofagite por medicamento

            O consumo exagerado de medicamentos pode gerar um prejuízo nos tecidos do esôfago, especialmente se ficarem ali por tempo demais.

Por isso é importante beber água quando ingerir um comprimido ou pílula, já que eles podem ficar entalados e acabar causando uma inflamação.

 

4 – Esofagite infecciosa

            Este é o tipo mais raro de esofagite, normalmente acontece com pessoas que possuem problemas no sistema imunológico e estão vulneráveis a infecções na mucosa, causadas por fungos, vírus, parasitas ou bactérias.

 

Quais são os sintomas da esofagite?

Apesar de existirem diversos tipos de esofagite, os sintomas normalmente são os mesmos:

 

  • Dores no peito.
  • Dificuldade para engolir.
  • Náuseas e vômito.
  • Tosse.
  • Pouco apetite.

 

Como funciona o tratamento através da cirurgia?

O procedimento cirúrgico é recomendado apenas para os casos mais sérios que não conseguiram ser resolvidos com medicamentos.

A operação é feita com o objetivo de recuperar o funcionamento usual da válvula cárdia, para que ela não deixe o ácido gástrico permanecer no esôfago, ou na remoção da hérnia de hiato, para que ele não empurre as substâncias estomacais para cima.

 

Se você tem sentido sintomas semelhantes aos que relatamos, recomendamos procurar um médico. Só ele poderá, com o auxílio de exames, se preciso, fazer um diagnóstico correto do seu problema.

 

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Câncer Colorretal: Como tratá-lo?

            O câncer colorretal é chamado por alguns de câncer de intestino porque costuma aparecer primeiramente no intestino grosso. Dependendo de como ele é iniciado, pode ser chamado de câncer retal ou de câncer de cólon.

            Esta doença é constituída de um ou mais pólipos (crescimento anormal de tecido na membrana mucosa) nas paredes do reto ou cólon.

            Os tumores podem se espalhar através do vaso sanguíneo e atingir outros órgãos (ação denominada metástase).

 

Quais são os sintomas do câncer de colorretal?

            Normalmente quando a doença se inicia os sintomas são mínimos ou nulos, o que faz com que este tipo de câncer seja um dos mais perigosos.

            Entre os sintomas principais observados, temos:

  • Emagrecimento abrupto;
  • Diarreia e constipação digestiva;
  • Fezes com sangue ou muco;
  • Perda de apetite.

 

Quais são os fatores de risco?

            Certos fatores podem colaborar para o desenvolvimento da doença, veja alguns exemplos:

  • Hereditariedade;
  • Idade avançada;
  • Dieta alimentar com poucas fibras e muita gordura;
  • Sexo masculino;
  • Consumo excessivo de substâncias pesadas, como álcool e tabaco;
  • Excesso de peso e sedentarismo.

 

Quais são os tratamentos?

            O tratamento correto depende de diversas avaliações e exames para saber qual é o tamanho, em qual estágio está e onde exatamente está localizado o tumor. No entanto, existem quatro tratamentos principais:

 

1 – Cirurgia

            É o tipo mais comum de tratamento. Basicamente os tumores são retirados e quaisquer resíduos são removidos do local afetado. Dessa forma, evita-se a propagação da doença.

            Normalmente o intestino é suturado em conjunto. Entretanto, em alguns casos, o reto é retirado por completo e um saco de colostomia é colocado na área externa do abdômen para coletar as fezes como uma medida temporária (se houver complicações, pode ser definitiva).

            Caso a operação não consiga remover o câncer totalmente, ao menos tratará os sintomas.

 

2 – Quimioterapia

            A quimioterapia funciona através de substâncias químicas utilizadas para eliminar as células cancerígenas. Costuma ser feita antes da cirurgia para reduzir o tamanho dos tumores.

            Um estudo observou que pacientes com casos na família de câncer no cólon e que fazem a quimioterapia têm boas chances de recuperação e riscos menores de recorrência do tumor.

 

3 – Ablação

            Esse procedimento procura eliminar o tumor sem retirá-lo. A substância eliminadora é colocada através de uma sonda ou agulha que é controlada por aparelhos tecnológicos computadorizados.

 

4 – Radioterapia

            Esta terapia por radiação utiliza feixes radioativos de alta energia para remover as células cancerígenas, prevenindo a metástase. Normalmente esta técnica é utilizada para tratar o câncer de reto.

            Tanto este tipo quanto a quimioterapia podem ser realizados depois do procedimento cirúrgico para evitar ainda mais as chances de recorrência.

 

Como prevenir o câncer de colorretal?

            Apesar de não garantir cem por cento de que você não terá a doença, é sempre bom atentar-se aos itens abaixo para conseguir uma vida mais saudável e longa.

  • Não fumar ou beber em excesso;
  • Evitar consumir carne processada;
  • Ingerir mais frutas, fibras, legumes e grãos;
  • Fazer atividades físicas;
  • Comer carne vermelha apenas três vezes por semana.

 

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Você já ouviu falar da Doença de Crohn? Fique atento às suas causas e sintomas!

            Você já ouviu falar da Doença de Crohn? É importante ficar atento(a) às suas causas e seus sintomas. Continue lendo este artigo para ficar por dentro das principais informações sobre essa séria doença digestiva!

 

O que é?

A Doença de Crohn é uma doença muito séria, pois trata-se de uma inflamação que prejudica todo o aparelho digestivo, desde a boca até o ânus.

Entretanto este problema prejudica principalmente a parte inferior do intestino delgado (íleo terminal) e o cólon. Também pode ser chamada de ileíte.

É considerada uma doença invasiva, pois prejudica todas as partes da parede do intestino (serosa, submucosa, mucosa e muscular). Ela costuma acontecer a partir dos 20 anos de idade, mas existem exceções.

 

Quais são as causas?

            Ainda não existe um consenso sobre o que causa o problema. No entanto, existem alguns fatores que podem estar relacionados ao desenvolvimento da doença. São eles:

  • Problemas no sistema imunológico.
  • Hereditariedade.
  • Infecções.
  • Ambiente.
  • Alimentação.

 

Quais são os sintomas?

Normalmente os sintomas variam entre indivíduos e podem ser: graves ou leves, súbitos ou graduais.

Entre os principais sintomas observados da Doença de Crohn, podemos citar:

  • Dores abdominais: ocorrem principalmente no lado inferior direito, causados pelas úlceras e inflamações; podem vir junto com vontade intensa de evacuar.
  • Feridas bucais: ou aftas; costumam aparecer na fase de inflamação ativa do intestino.
  • Diarreia: provavelmente o sintoma mais comum da doença. Pode vir acompanhada de mucosa, pus e sangue.
  • Artrite: inchaço nas articulações, com endurecimento e dores locais; costuma afetar ao menos 30% dos pacientes de Crohn.
  • Febre: normalmente acontece antes dos outros sintomas; pode durar um longo período (semanas ou meses) até que algum dos outros sintomas apareçam.
  • Problemas de pele: erupções cutâneas, vermelhidão e dores.
  • Perda de peso: as dores estomacais, em conjunto com cólicas, podem reduzir a capacidade de digestão, o que leva à perda de apetite e consequentemente ao emagrecimento pouco saudável.
  • Fadiga: desânimo cansaço intenso, fraqueza; tudo causado pela baixa absorção de nutrientes no organismo.
  • Problema perianal: dores ao redor da área anal causadas por inflamações na fístula (o túnel na pele).
  • Distúrbios oculares: olhos avermelhados, sensíveis à luz e com feridas. Assim como a febre, também costuma ocorrer antes da doença piorar e de outros sintomas mais fortes aparecerem.
  • Inflamação no fígado: um dos sintomas do quadro mais grave da doença, quando os ductos biliares do fígado podem se encontrar inflamados.

 

Como os diagnósticos ocorrem?

            Obviamente, é necessário ir procurar um médico, de preferência um gastroenterologista. Lá, ele poderá realizar um diagnóstico utilizando:

  • Exames de sangue;
  • Exames clínicos;
  • Avaliação do histórico do paciente.

É bom lembrar que a Doença de Crohn possui sintomas parecidos com os de outras doenças gastrointestinais.

Por isso é essencial saber exatamente quais são as regiões afetadas. Para conseguir isso, o médico provavelmente pedirá outros exames, como:

  • Colonoscopia.
  • Endoscopia digestiva.
  • Tomografia.
  • Ressonância magnética.
  • Raio X do trânsito intestinal.

 

Como funciona o tratamento?

Normalmente os médicos costumam iniciar o tratamento com medicamentos (leves ou fortes). Caso o quadro não melhore e os sintomas fiquem ainda piores, deve-se recorrer ao procedimento cirúrgico.

A cirurgia é realizada, principalmente, para tratar as obstruções do intestino, fístulas, hemorragias e problemas perianais.

O uso de medicamentos no tratamento é mais utilizado com a intenção de :

  • Proporcionar alívio aos sintomas.
  • Acertar as deficiências nutricionais.
  • Prevenir agravamentos.
  • Retroceder inflamações.

 

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Maio Roxo: Conheça mais sobre a Retocolite.

Você conhece a retocolite ulcerativa? Ela é uma doença que ocorre no nosso sistema digestivo e possui sintomas parecidos com outros distúrbios. Por isso é importante informar-se bem sobre ela.

Leia o texto a seguir e saiba mais!

 

O que é?

            A retocolite afeta mais precisamente o intestino grosso (cólon e reto). Ela é caracterizada pela inflamação da mucosa, a camada superficial do órgão.

A doença provoca lesões contínuas nos locais em que aparece e a gravidade do quadro tem a ver com seu tamanho e características.

Sua causa ainda não é certa, mas ela pode estar ligada à hereditariedade e à imunidade. Além  disso, a retocolite costuma atingir pessoas mais jovens.

Quando a doença ocorre somente no reto, é chamada de proctite e seu principal sintoma é a prisão de ventre e sangramentos.

Se afetar o cólon esquerdo, é denominada de colite esquerda e, se atingir ou exceder o cólon transverso, é conhecida como pancolite extensa.

 

Quais são os sintomas?

            Entre os principais sintomas gerais, que podem variar para cada pessoa, podemos citar:

  • Diarréias, possivelmente com sangramento, muco, cólicas e pus;
  • Crises de diarreias intensas e frequentes, de dia, de noite e de madrugada;
  • Enorme vontade de evacuar após refeições;
  • Emagrecimento abrupto por evitar comer devido ao item anterior.

 

Como é feito o diagnóstico?

            O principal diagnóstico é realizado através da endoscopia, um exame no qual um tubo rígido é introduzido ao reto para avaliar se existe a retocolite ou não.

Outro exame comum para esse diagnóstico é a colonoscopia, que permite verificar o intestino grosso inteiro até quando ele se junta ao intestino delgado.

Exames de sangue também podem ser usados para identificar alguns dos possíveis distúrbios relacionados à retocolite, como a anemia, a falta de ferro por culpa do sangramento constante e a deficiência de albumina, proteína perdida devido aos ferimentos.

Às vezes, para um diagnóstico mais específico, uma biópsia é indicada. Dessa forma, ela pode detectar se o problema existente na verdade não foi causado por outros fatores, como parasitas e bactérias.

 

Qual é o tratamento?

Primeiramente, a retocolite costuma ser tratada clinicamente. Alguns medicamentos específicos para inflamações intestinais são utilizados.

Se os sintomas não diminuírem, os médicos costumam mudar para os remédios biológicos, que são administrados no hospital, em uma internação de curto prazo. Contudo, em muitos casos uma cirurgia se faz necessária.

 

Quais são as principais cirurgias?

            Quando os medicamentos não surtem efeitos ou os sintomas pioram ainda mais, o procedimento recomendado é o cirúrgico.

Para prevenir ou evitar complicações relacionadas a perfurações, infecções e hemorragias, a operação indicada é a retirada total dos cólons e a inserção do intestino delgado para agir na parede abdominal, um procedimento chamado de ileostomia definitiva.

Mas existe uma técnica que reconstrói o trânsito intestinal a partir da confecção de uma bolsa ileal. Isso proporciona a evacuação do paciente pelo ânus. Infelizmente esse tipo de operação é bem complexa e delicada.

Normalmente nesses casos o mais indicado é que se faça uma ileostomia temporária para que os pontos no intestino delgado com o reto ou o ânus possam cicatrizar da melhor forma.

Essas operações costumam ser recomendadas quando a vida do paciente está em risco, devido à gravidade do quadro da retocolite e de suas possíveis complicações.

 

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MAIO ROXO: Atenção à Doença Inflamatória Intestinal

“Maio Roxo” é uma campanha de conscientização e promoção da qualidade de vida para pessoas portadoras da Doença Inflamatória Intestinal. No dia 19 de maio, o movimento é marcado mundialmente pela exposição da cor roxa em monumentos, assim como nas campanhas contra o câncer de mama (outubro rosa), e contra o câncer de próstata (novembro azul). No Brasil, em São Paulo, são iluminados de roxo o Monumento às Bandeiras, a Ponte das Bandeiras, a Biblioteca Mário de Andrade e o Viaduto do Chá.

O movimento foi criado devida a incidência deste problema que mesmo ainda sem ter estudos claros para esclarecer exatamente as causas das enfermidades de uma doença inflamatória intestinal (DII), proporciona a oportunidade de gerar mais conhecimento e chamar a atenção para que seja feito o diagnostico precoce.

Por ser uma doença crônica, relacionada ao sistema imunológico e genético, não há cura, mas através do diagnóstico precoce pode ser seito o tratamento que permite seu controle e impede que se criem limitações definitivas ou temporárias de ocupações habituais, influenciando no trabalho, no relacionamento familiar e social, na atividade sexual, na escola e na autoimagem.

As doenças mais comuns são as de Retocolite Ulcerativa e a Doença de Crohn. Suas manifestações são parecidas, podendo ser até mesmo fora do intestino. É importante ressaltar que apesar da medicina não saber a origem única, sabe-se que tem componentes autoimunes, ou seja, o corpo reconhece o intestino como algo estranho e por isso começa a ataca-lo como uma ameaça. Outro conhecimento é de que estilo de vida pode ser uma influencia do problema, como no caso da grande ocorrência em países desenvolvidos onde é tido o costume de grande higiene com as crianças, não expondo o organismo a luta contra bactérias ruins e o fazendo entender que não há do que se defender. Isso confirma a ideia de as crianças podem brincar na terra, mas que não podem viver numa redoma de vidro, ainda que depois de adulto essa situação possa ser revertida.

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DISPEPSIA: O MAU FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DIGESTIVO

 

A Dispepsia é a chamada indigestão ou dor de estômago, que é aquele mau estar causado após as refeições, presente no dia a dia de um quarto da população. Esse nome é dado para todo sintoma desagradável físico ou na parte superior do abdômen gerado pelo mau funcionamento do sistema digestivo e ao contrário do que se pensa, não é uma doença, apenas a denominação de um conjunto de sintomas como: arrotos, náuseas e inchaços.

Ela pode ocorrer diariamente ou eventualmente, variando de acordo com o caso de cada pessoa, assim como a azia que apesar de presente em muitos casos, se trata de outro problema.

 

  • A Dispepsia Funcional

 

Sem anormalidades observáveis ​​para explicar os sintomas crônicos, a Dispepsia Funcional é um mau funcionamento crônico do trato digestivo superior que tem predisposição genética e quase metade das pessoas que tem este problema apresentam incapacidade em seus estômagos de relaxar como deveriam ao consumir comida. Suas causas podem ser:

 

  • Fatores psicológicos;
  • Infecção;
  • Efeitos colaterais de medicação;
  • Secreção ácida excessiva;
  • Alergias alimentares;
  • Inflamação do estômago ou duodeno.

 

 

CAUSAS E FATORES DE RISCO

 

A indigestão pode ser provocada por:

 

  • Consumo excessivo de cafeína;
  • Comer demais em uma única refeição;
  • Ingerir muita bebida alcoólica;
  • Comer muito rápido;
  • Comer alimentos picantes;
  • Estresse;
  • Infecções no estômago;
  • Esofagite;
  • Gravidez tardia;
  • Gastroparesia;
  • Câncer de estômago;
  • Doença cardíaca;
  • Intoxicação alimentar;
  • Hérnia hiatal;
  • Úlceras;
  • Cálculos biliares;
  • Depressão;
  • Alergias ou sensibilidades alimentares;
  • Pancreatite;
  • Gastrite;
  • Doença na tireoide;

 

 

SINTOMAS

 

Fique alerta aos sintomas de:

 

  • Gosto ácido na boca;
  • Vômito.
  • Inchaço na região do estômago;
  • Sensação de queimação no estômago;
  • Diarreia;
  • Dor abdominal;
  • Gases;
  • Sensação de queimação na parte superior do abdômen;
  • Náusea;
  • Arrotos;

 

As chances de ocorrência dos sintomas de indigestão são maiores entre pessoas com mais de 45 anos e obesas, mas é de extrema importância que seja feita a avalição médica para que não se confunda com doenças que possam ter sintomas semelhantes.

 

 

TRATAMENTOS NATURAIS

 

Existem algumas maneiras de amenizar os sintomas sem que seja feita a utilização de medicamentos, mas isso não faz menos necessário o acompanhamento médico. Veja algumas dicas de tratamentos naturais a seguir:

 

  • Gengibre

 

O gengibre relaxa o músculo intestinal e ajuda a mover os alimentos ingeridos ao longo do sistema digestivo, além de ser um remédio natural para náuseas. Por isso ele é usado há milhares de anos auxiliando pessoas com desordens gastrointestinais, inchadas e constipadas.

 

  • Prática de bons hábitos cotidianos

 

  • Mastigar de boca fechada e lentamente, evitando falar durante a ação;
  • Não deitar diretamente após refeições;
  • Evitar comer perto do horário de dormir;
  • Evitar praticar exercícios logo depois de comer;
  • Identificar ações que provocam estresse e evitá-las como possível;
  • Dormir adequadamente;
  • Parar de fumar.

 

  • Relaxamento

 

O estresse tem ligação direta com a indigestão, então para que se evite a dispepsia é importante manter o corpo e a mente saudáveis e relaxados. Esse método vária muito de pessoa para pessoa porque cada um tem uma atividade que alivia o estresse, como cozinhar, caminhar, sair para conversar com amigos, entre outros, mas existem alguns exercícios de relaxamento são mais praticados como yoga, massagem, exercício físico e contato com a natureza.

 

  • Alguns alimentos podem ser evitados

 

Alimentos picantes e processados, que produzem gases como feijão, couve flor, brócolis, couve de bruxelas, cebola, o café, lactose, adoçantes artificias, alimentos ácidos como molho de tomate e algumas frutas podem ser agravantes da para a indigestão e é bom evita-los sempre que puder. Além disso, você também pode começar a analisar a reação de seu corpo após fazer refeições e evitar aqueles alimentos que lhe causem mal-estar, depois conversar com seu médico.

 

Se os sintomas de mal-estar tiverem insistência, não hesite em procurar ajuda médica para que faça o acompanhamento e mantenha a sua qualidade de vida!

 

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Gastroenterologista: o que é e quais doenças trata